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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PAI...


Pensei que seria fácil fazer um Poema, Pai. 
Mas vejo que o mais belo poema já é sua vida 
E que eu não posso “descrever”. 
Vejo as marcas nas mãos que contam histórias de batalhas, 
Vejo marcas em joelhos cansados, que contam histórias de orações silenciosas ao nosso lado,
Vejo rugas em sua face, como sulcos abertos na terra pela força das tempestades da vida,
Vejo um corpo cansado de caminhar por estradas desertas e espinhos,
Sinto o calor da chama do seu coração,
Que nos ama desde que não sabíamos o que era amor...

Me lembro de um Pai...
Me lembro de você Pai.
  
Que não fecha os olhos, pensando no filho que já adormeceu... 
Que afoga suas mágoas na garrafa, pensando matar as tristezas da vida.
 Que acorda cedo para trabalhar, para que possamos ficar mais na cama.
 Que reflete bondade, humildade e esperança, para que no caminho da vida tenhamos um bom exemplo.
É difícil fazer um poema para ti, Pai
Que já vives o poema mais lindo.
Pai, a maior das inspirações...
  FELIZ DIA DOS PAIS, QUE TODOS APRENDAM A REALMENTE “AMAR” MAIS O VOSSO PAI...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

OH VIDA!


Oh vida!
Oh vida bandida
Oh vida macabra
Queria eu poder passar um dia
Sem reclamar de nada.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O MEDO EM MIM



O medo de olhar e ver

O medo de sentir

O medo de escorregar e cair

O medo da vida que se finda com a morte

O medo de fazer certo e não errado

O medo do que posso ou não ser

O medo de não haver garantias no que faço ou no que sinto

O medo de saber que tudo depende de minhas escolhas.

O medo de esquecer que existe um coração dentro do meu peito

O medo de esquecer que o sol é para todos

O medo de expressar a emoção do meu jeito

O medo de sumir com os anos.

Peço forças para ser o que sou.

Força para seguir o meu caminho sem O MEDO EM MIM.

Ah!...O MEDO EM MIM...

O AMOR É...

O AMOR É COMO UM FRIGIDEIRA QUENTE A QUEM SE ENTREGA,
OU TE DERRETE COMO MANTEIGA...
OU TE QUEIMA COMO PANQUECA.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A CAMINHO DE CASA

Topo qualquer parada pra ir pra casa,

Desde que passe meu ônibus é claro!

Pego meu ônibus e vou em paz a caminho de casa,

Ou será que é ele quem me pega?

Afinal sou EU quem o espera...

Enfim...a caminho de casa.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

APRENDENDO ANALISE DO COMPORTAMENTO EM 9 PASSOS

Parte 4 - O Comportamento Operante

Como foi discutido até agora, há um tipo de comportamento que tem sua origem na história evolutiva das espécies e é caracterizado pela relação entre um estímulo eliciador e uma resposta. Porém há um tipo de comportamento caracterizado por outra propriedade: sua causa está nas modificações que são operadas no mundo. Assim é o comportamento operante, um tipo especial de responder que é sensível às conseqüências que produz. Por causa desta sensibilidade às conseqüências que cozinhamos, construímos, namoramos e brincamos, pois depois de fazer tais coisas obtemos saciação, abrigo, carinho e satisfação.

O comportamento operante tem um componente derivado da seleção natural, que é tal sensibilidade às conseqüências. Porém é caracterizado por uma variedade infinita de possibilidades: uma conseqüência pode ser produzida de qualquer forma, seja por um toque de mãos ou por um pedido, e a forma como se produziu aquela conseqüência tenderá a se repedir no tempo.

O conceito de operante é muito relevante para a ciência como um todo, pois contraria uma proposição científica que influenciou a psicologia por muito tempo. Em geral, entendia-se que um comportamento só poderia ser causado por algo que o precedesse. Porém a definição de controle pelas conseqüências trata-se de uma descoberta empírica (apoiada em dados observados com rigor experimental) e é compatível com compreensões científicas contemporâneas, como a física quântica e a seleção natural.


A análise do comportamento operante requer a compreensão de alguns conceitos. Os mais importantes aqui são comportamento, antecedente, resposta e conseqüência. Vamos a eles:

Comportamento: é a relação entre estímulos e respostas. Usualmente se diz que um comportamento é algo que uma pessoa faz, como chutar. Na verdade, quando nos referimos a um comportamento precisamos descrever o que a pessoa faz e alguma relação entre este fazer e o ambiente. Podemos completar o exemplo acima dizendo que um comportamento é algo que uma pessoa faz com alguma coisa, como chutar a bola que o outro jogador tocou e marcar um gol.

  • Antecedente: É alguma propriedade do ambiente que sinaliza uma oportunidade para a resposta ser emitida. No exemplo acima, o toque da bola pelo outro jogador é um antecedente para chutar a gol. Este conceito será melhor explorado na postagem sobre controle de estímulos.
  • Resposta: É o que uma pessoa faz, como olhar para a bola, mirar o gol, sentir a adrenalina, chutar, gritar, etc. Quando analisamos uma resposta, nem sempre é necessário descrever sua relação com os estímulos do ambiente. Nestes casos, o mais importante é verificar se a resposta foi ou não emitida.
  • Conseqüência: é uma modificação no ambiente efetivamente produzida pela resposta. O gol de nosso exemplo foi produzido pelo chute.